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Espetáculos
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SEDE
 

Gênero
Drama

Temporada
De 31 de janeiro a 29 de março
O espetáculo começa rigorosamente no horário e não é permitida a entrada após o início do espetáculo

Dias
Sextas e sábados às 21h e domingos às 18h00

Duração
90 minutos

Indicação de faixa etária
16 anos

Local
TUCARENA – Teatro da PUC-SP
Rua Monte Alegre, 1024 (entrada pela Rua Bartira s/n) – Perdizes

Capacidade
285 lugares

Vendas

Pela Internet: Sympla
(aceita todos os cartões de crédito)

Horários de funcionamento da bilheteria:
De terça-feira a sábados das 14h00 às 20h00.
Domingos das 14h00 às 18h00.

Formas de Pagamento:
Amex, Aura, Diners, Dinheiro, Hipercard,
Mastercard, Redeshop, Visa e Visa Electron.

Estacionamentos conveniados:
MultiPark – Rua Monte Alegre, 961 – R$25,00 –
Tel.: (11) 3177-5555.
MJS Serviços / Valet Valet : SEXTA, SÁBADO E DOMINGO, R$30,00.

Sobre o espetáculo

Fascinante texto do mundialmente premiado autor Wajdi Mouawad fala sobre amor, família, direito à liberdade de expressão, o sentido da vida, educação, a inquietação em relação ao futuro e a sede de viver.

Inédita no Brasil, Sede é a terceira peça do autor libanês-canadense Wajdi Mouawad montada pelo ator Felipe de Carolis. Suas outras incursões no universo do premiado autor foram duas montagens de sucesso que percorreram mais de 20 cidades em turnê: Incêndios, que ficou 4 anos em cartaz, e Céus, que esteve em cartaz durante 3 anos, ambas dirigidas por Aderbal Freire-Filho. Felipe tem muita convicção na universalidade do teatro de Wadji, após experiência de quase 9 anos com seus textos e agora se associa às produtoras Selma Morente e Célia Forte para realizar Sede, em uma montagem de Zé Henrique de Paula. A produção é apresentada pelo Ministério da Cidadania e pela Bradesco Seguros.

A peça conta com humor a história de três personagens, interpretados por Felipe de Carolis, Luna Martinelli e Marcelo Várzea, em busca da representatividade de suas identidades. O texto do autor contemporâneo mais premiado da atualidade narra a jornada de pessoas com sede de viver e de provar, através de suas inquietações pessoais e artísticas, que a educação pode salvar vidas. Sede é uma crítica subjacente ao nosso modo de vida: ao neoliberalismo, ao capitalismo agressivo, mesquinho e predatório da nossa sociedade. Modo de vida esse que é capaz de separar pessoas que se amam e alimentar uma geração cada vez mais ansiosa e com o maior número de depressão entre jovens insatisfeitos de todos os tempos.

Wajdi Mouawad apresenta um conjunto de obra muito coeso com temas recorrentes como origem, ancestralidade e a presença determinante do passado na vida das pessoas. A estrutura de seu texto é enigmática e misteriosa, quase uns quebra cabeças, e existe uma razão para esse formato, pois a peça é cheia de imagens e metáforas. Sede também promove uma discussão sobre a importância da arte e da beleza em nossas vidas. “Não a beleza no sentido mesquinho, mas ela como experiência estética de primeira grandeza e experiência estética renovadora e revitalizante para nossas almas”, conta o diretor Zé Henrique de Paula.

Trata-se de um texto universal, com temas que dizem muito a nosso respeito, mesmo sendo ele um autor franco-libanês radicado no Canadá. “São grandes quantidades de questões e elementos que se comunicam com a plateia brasileira e é muito importante falar de tudo o que ele fala”, afirma Zé Henrique assegurando que a tradução do texto é muito fiel e criteriosa, respeitando tanto a estrutura e o vocabulário, quanto a ideia central do autor. “Não mexi no texto. É brilhante, poético, sofisticado. Não me sinto no direito de modificar nada”, pondera o diretor.

Ao misturar realidade, ficção, humor, músicas e drama, Sede é uma peça contundente, emocionante e que põe em cheque radicalismos ao proporcionar, através de sua narrativa, a certeza de que o futuro das nações está nas mãos da educação, respeito às diferenças e cultura de cada país. Com esse texto podemos voltar a ouvir a palavra singular, lúcida e engajada de Wajdi Mouawad.

 

SOBRE O AUTOR

 

Wajdi Mouawad nasceu no Líbano, em 1968. Aos 10 anos, deixou seu país natal devastado pela guerra e partiu para Paris com a família. Em 1983, se mudou para o Canadá. Em 1991, logo após se formar na Escola de Teatro Nacional, iniciou uma carreira polivalente como ator, escritor, diretor e produtor. Em 1998, sua criação “Protágoras Trancada no Banheiro” é escolhida como a melhor produção de Montreal pela Associação de Críticos de Teatro Quebec.

De 1990 a 1999, co-dirige a companhia de teatro The Speaker. Simultaneamente, escreve “Littoral”, que integra a tetralogia “Sangue das Promessas. O espetáculo “Littoral” rendeu-lhe reconhecimento e dois prêmios: o Governor General’s Literary Award de melhor texto teatral em 2000 e o Chevalier de L’ordre National des Arts et des Lettres, na França.

Suas peças foram traduzidas em mais de quinze idiomas e apresentadas em vários países. O texto “Incêndios” foi adaptado para o cinema e dirigido pelo canadense Denis Villeneuve, tendo sido indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

 

SOBRE O CIRCUITO CULTURAL BRADESCO SEGUROS

 

Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.

Dentre as recentes atrações, destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderella”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Conserto para Dois”, além da “Série Dell'Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”.

Para conhecer o calendário 2020 do Circuito Cultural Bradesco Seguros, acesse www.bradescoseguros.com.br e clique na opção Circuito Cultural.

Com

Texto: Wajdi Mouawad
Colaboração: : Benoit Vermeulen
Tradução: Angela Leite Lopes
Direção: Zé Henrique de Paula
Direção Musical: Fernanda Maia
Idealização: Felipe de Carolis E-Merge
Elenco: Felipe de Carolis, Luna Martinelli e Marcelo Varzea
Músicos: Catherine Santana (Oboé), Felipe Parisi (Violoncelo) e Jonatan Harold (Piano)
Cenografia: Bruno Anselmo
Figurino: Zé Henrique de Paula
Desenho de Luz: Fran Barros
Desenho de Som: João Baracho
Desenho de Vídeo: Laerte Késsimos
Preparação de Corpo: Inês Aranha
Visagismo: Dhiego Durso
Programação Visual: Laerte Késsimos
Fotografia: Caio Gallucci
Filmagens e Edições para Web: Jady Forte
Coordenação de Produção: Egberto Simões
Produção Executiva: Martha Lozano
Coordenação Administrativa: Dani Angelotti
Assistência Administrativa: Alcení Braz
Estagiário de Produção: Murilo Dom
Administradora: Magali Morente
Produção: E-Merge e Morente Forte Produções
Coordenação de Comunicação: Beth Gallo
Assessoria de Imprensa: Daniela Bustos, Thaís Peres e assistência de Heloísa Nogueira – Morente Forte Comunicações
Patrocínio: Bradesco Seguros

Galeria de fotos
Ingressos

R$60,00 às sextas e R$70,00 aos sábados e domingos.- (Desconto de 50% para estudantes, maiores de 60 anos, pessoas com deficiência (com acompanhante), jovens de baixa renda (de 15 a 29 anos) e professores.)

Preço especial PUC-SP
(Para estudantes, professores e funcionários da PUC sob comprovação - número de ingressos limitado a 10% da lotação do teatro - compra somente na bilheteria do teatro)
R$ 20,00

comprar ingresso
Rua Monte Alegre, 1024 . Telefones: Administração (11) 3670-8470 / Secretaria: 8458 / Locações: 8460 / Comunicação: 8462
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