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Equipe - Histórico
Edmond Rostand nasceu em Marselha, França, em 1868. Era filho do biólogo Jean Rostand. Diplomado em direito, jamais exerceu a profissão e, desde o início da faculdade, freqüentou as rodas literárias, conhecendo aí seu grande amor, a poetisa Rosemonde Etiennette Gérard, autora do livro As Flautas. Em 1888, Rostand escreveu sua primeira obra, a peça A Luva Vermelha e em 1890, casou com Rosemonde.
Em 1891, escreveu a peça Divagações e, em 1893, Os Dois Pierrôs, mas apenas em 1894 conseguiu a fama, com a peça Os Românticos, encenada pela Comédie-Française. Suas peças seguintes, A Princesa Longínqua, A Samaritana e O Filhote de Águia foram interpretados, na época, por Sarah Bernhardt, considerada a maior atriz de teatro de seu tempo.
Sua obra máxima foi “Cyrano de Bergerac”, que estreou com estrondoso sucesso em 1897, em Paris, no Théàtre de la Porte-Saint-Martin, e também foi encenada por Sarah, mas apenas em Londres, em 1901. Graças a esse sucesso, Rostand foi eleito membro da Academia Francesa de Letras com pouco mais de trinta anos. Para escrever “Cyrano de Bergerac”, Rostand inspirou-se no poeta e filósofo assim chamado, que viveu entre 1619 e 1655, um questionador dos intelectuais de sua época. A obra, segundo a tradição romântica, foi escrita em versos, e consta que Rostand trabalhava tão febrilmente que chegava a compor 250 versos num único dia.
Bibi Ferreira, filha do ator Procópio Ferreira e da bailarina espanhola Aída Izquierdo, e referência primeira do teatro brasileiro, fez sua estréia teatral aos 24 dias de vida, na peça Manhãs de Sol, de autoria de Oduvaldo Vianna, substituindo uma boneca que desaparecera pouco antes do início do espetáculo. O resto é história, que se mistura à própria história do teatro brasileiro.
Em 1944, montou sua própria companhia teatral, reunindo alguns dos nomes mais importantes do teatro brasileiro, como Cacilda Becker, Maria Della Costa e a diretora Henriette Morineau.
Na década de 60, Bibi atuou em Minha Querida Dama (My Fair Lady), ao lado de Paulo Autran. Nos anos 70, dirigiu Brasileiro, Profissão: Esperança, de Paulo Pontes; atuou em O Homem de La Mancha ao lado de Paulo Autran, com tradução de Paulo Pontes e Flávio Rangel, além das verões de Chico Buarque e Ruy Guerra para as canções; em 1975, participou de Gota D'Água, de Chico Buarque e Paulo Pontes; em 1976, dirigiu Walmor Chagas, Marília Pêra, Marco Nanini e 50 artistas em Deus Lhe Pague, de Joracy Camargo.
Na década de 1980, depois de anos dirigindo, voltou aos palcos com Piaf, a Vida de uma Estrela da Canção, espetáculo que permaneceu seis anos em cartaz e foi visto por um milhão de espectadores. Por sua atuação recebeu os prêmios Mambembe, Molière, Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo (APETESP) e Governador do Estado.
Depois de mais de 20 anos dedicada aos musicais, em 2007 Bibi voltou ao teatro de prosa em Às favas com os escrúpulos, de autoria de Juca de Oliveira e dirigida por Jô Soares.
Karen Acioly é reconhecida principalmente pelo seu trabalho voltado ao público infantil e infanto-juvenil – em 22 anos de atividades vem montando pelo menos uma nova peça a cada ano. É criadora do Festival Intercâmbio de Linguagens (para crianças) e responsável pela implantação do teatro infantil na pauta municipal do Rio de Janeiro. Atualmente é responsável pela programação artística do Teatro do Jockey – RJ.
Denise Crispun formou-se em história em 1982, mas desde 1984 conta suas próprias histórias - tem dezenas de peças encenadas no Brasil, e é um dos principais nomes do teatro para crianças. Dramaturga premiada, Crispun é também autora de dois livros infantis publicados. Atualmente está contratada da Rede Record de Televisão como novelista da emissora.
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